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Já faz tempo que eu virei meme.
Sim, isso mesmo, quando participei de um debate com uma comunista fizeram um recorte do trecho onde ela dizia discordar de mim e eu rebati dizendo que eu ainda não tinha dado opinião e sim dado fatos no qual ela foi infeliz e disse discordar dos fatos.
Deus perdoa, a internet não; a menina foi condenada pelo meme e de quebra serviu para ilustrar a constante negação da realidade que vive a esquerda (em teoria econômica ignoram a condição elementar da escassez).
Outro dia circulou o meme em um grupo de zap que meu irmão também participa e ele disse que a menina não estava errada apesar de não ter se expressado bem; não que seja possível discordar de fatos, mas é possível discordar de que algo seja de fato, um fato – um acontecimento acabado, um evento, uma ocorrência.
Sendo intelectualmente honesto, a verdade é que eu não falei sobre um fato, naquele momento eu descrevi um axioma irredutível. Explico, utilizando uma técnica que eu desenvolvi em debates (por escrito), descrevi o processo empreendedor onde um empresário aluga um galpão vazio, compra máquinas, compra insumos, emprega desempregados e terminei perguntando, retoricamente, quem perde com esse processo? Evidente que ela não teria como responder isso, ninguém perde; é o processo de criação de riqueza via mercado onde o risco é todo do empresário.
Ainda que ela pudesse discordar que essa descrição fosse um fato, ela não poderia discordar da lógica axiomática e irredutível contida na descrição.
No Fla x Flu das redes sociais, a lição importante que tentei passar foi relegada, esquecida, mas é só ela que importa para que as pessoas compreendam a importância da propriedade privada e sua livre alocação por parte de seus proprietários como forma justa e eficiente na criação de riqueza.
O post “Eu discordo dos fatos”, o meme apareceu primeiro em Instituto Rothbard.



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