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São Paulo,14/02/2026

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Tenente Miguel

O compulsório corte de gastos:

O novo consórcio, desta vez Planalto-STF decide barrar as emendas parlamentares

Ministro Flávio Dino com Lula, após ser indicado ministro do STF pelo presidente (Ricardo Stuckert/PR)
O compulsório corte de gastos:

O compulsório corte de gastos: O novo consórcio, desta vez Planalto-STF decide barrar as emendas parlamentares 

O novo consórcio Palácio do Planalto/STF encontrou uma maneira "brilhante” de cortar gastos desta gestão desastrosa: suspender R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares. Enquanto isso, as despesas da 1ª Dama já ultrapassam a cifra de R$ 66.875.823,90, segundo o site Janjômetro. 

A decisão de não recorrer contra o bloqueio das emendas parlamentares revela o modus operandi desta gestão. Enquanto R$ 4,2 bilhões destinados a obras essenciais de infraestrutura, hospitais e escolas são congelados, os gastos com agendas não prioritárias disparam.

Onde a corda vai quebrar?

1. Infraestrutura: Menos recursos para obras essenciais, como estradas, pontes e saneamento básico, vitais para o desenvolvimento das regiões mais carentes. Os municípios são os maiores prejudicados. São recursos que garantiriam a construção de UPAs e reformas em escolas. A população mais vulnerável, que depende dos serviços públicos, arca com o preço dessa escolha decisão fruto do ativismo judicial brasileiro.

2. Saúde: Redução de verbas para hospitais, postos de saúde e programas de atendimento médico, afetando diretamente a qualidade de vida da população carente.

3. Educação: Cortes em investimentos em escolas, universidades e programas educacionais, prejudicando o futuro da já comprometida atual e próximas gerações.

Essas emendas parlamentares, criminosamente apelidadas pela esquerda de "orçamento secreto", são fundamentais para atender às necessidades locais e promover o desenvolvimento regional. Lembremos: as emendas parlamentares são CONSTITUCIONAIS e representam a voz dos representantes eleitos pelo povo. São elas que levam desenvolvimento ao interior do país, longe dos holofotes de Brasília. A decisão de suspender esses recursos é não só um verdadeiro descaso com a população brasileira, mas um atentado à Democracia (aqui me refiro à democracia de verdade) 

A medida, integra parte do ajuste fiscal que já penalizou os beneficiários do INSS duplamente: que dependem tanto do BPC quanto desses recursos para sua assistência à saúde, educação e infraestrutura.

Enquanto cortam investimentos vitais, vemos um festival de gastos em outras áreas não prioritárias. Enquanto isso festejam os artistas, atores, músicos, imprensa, mídias digitais e impressas e demais amigos do rei


Por 

Miguel Marx - Polímata, 1º Tenente do Exército especialista em Inteligência Policial e Policial, advogado constitucionalista, médico intensivista na pandemia, mestre e doutorando.



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